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Ser bissexual é um tipo de amor flex? Adoooro!

Publicado em 25/01/2010 às 15h22

Oi papocos!


O assunto do momento é bissexualidade, a arte flex de amar. Que luuuuxo!
Resolvi escolher dois textos do babado para você entender mais sobre esse comportamento que já é debatido há sééééééculos. Não é de agora que se fala nisso, tá meu bem? Bate!


src=http://www.vooz.com.br/images/veja-767755.jpegEis a visão de um bissexual: O bi não se apaixona pela mulher Maria. Ele se apaixona pela PESSOA Maria. Assim como não se apaixona pelo homem João, e sim pela sua pessoa, já que o sexo do indivíduo é o que menos importa. Infelizmente, a nossa cultura é muito egoísta e fechada e muita gente não entende o que é ser bissexual. Confundem com o homossexualismo ai vem o preconceito. Rebate!

Leia os artigos e me diga o que você pensa sobre o assunto. Você concorda ou discorda? O que você acha de alguém que gosta de experimentar de tudo nessa vida em matéria de sexo? Finge que bate!


E para esquentar este assunto vocês leram o babado sobre aquele loiríssimo do BBB 10 Eliéser? Meu blog já contou tudo em primeira mão. Leia aqui

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src=http://f.i.uol.com.br/folha/ilustrada/images/10005214.jpeg

Recentemente o "brother" teve sua sexualidade questionada dentro da casa e tem gente que jura que ele éééé bi!!

Seja ou não o importante é ser feliz!!!! Congela


Beijos me escreva!


Britney Meneghell
britneymeneghell@live.com

Bissexualidade, amor flex
por Carolina Mouta | 20/09/2008

Biológica e culturalmente, nascemos homens e mulheres, seres fisicamente diferentes e definidos aos olhos da sociedade. Feitos um para o outro, homem e mulher seriam as metades da mesma laranja. A sociedade ensina que homem tem que se relacionar com mulher e vice-versa. Entretanto, o comportamento de cada um vai se moldando ao longo do tempo e sofre influências bio-psico-sociais. Resultado: nem oito nem oitenta. Tradições dão lugar a novos valores surgidos a partir de grupos que se formam batendo de frente firmemente com o que a sociedade impõe. A opção sexual, por exemplo, ganhou relevância no contexto social moderno. E a bissexualidade ganhou espaço não só nas rodas de discussão. A moda agora é ser flex.

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Lady Gaga, assumidamente bissexual já beijou mulher em um dos seus clipes

A juventude de hoje vê na sexualidade uma forma de dar o grito de liberdade. "Estamos aceitando a diversidade. Permitimos que as pessoas ‘diferentes\' do padrão imposto socialmente saiam de seus casulos e assumam seus desejos. Isto é um ganho individual e social. Provavelmente, num futuro próximo, muitos dirão: estou bissexual, e não sou bissexual", diz a terapeuta sexual Franciele Minotto. Mas, quando se trata da sexualidade, muitos ainda arregalam os olhos se o assunto é ser bi.

Descobrir-se bissexual é uma questão que está intimamente ligada à relação com o mundo que cada um tem. A cultura tem um papel fundamental na definição dos papéis sociais. É a partir dela que se define o conjunto de comportamentos considerados adequados às pessoas. Com a bissexualidade é a mesma coisa. "Ao identificar-se como bissexual, o indivíduo é inserido em um circuito de relações sociais que envolve moda, comportamento, formas de linguagem, freqüência a lugares específicos", explica o sociólogo e pesquisador Rodrigo Rosistolato.

src=http://www.xxlmag.com/online/wp-content/uploads/2006/08/Brokeback-Mountain.jpg

Cena de Brokeback Mountain

Resolvidos os traumas, aparadas as arestas internas e definido o que é atração real e o que é simples curiosidade, vem a "saída do armário". E a decisão de assumir-se só o próprio indivíduo pode tomar. A honestidade, pregada pela sociedade, esbarra em aspectos pessoais, profissionais e familiares. Esta apresentação para o mundo pode vir acompanhada por momentos difíceis. A mestre em Psicologia Clínica Thays Babo acredita que o autoconhecimento pode ajudar na hora da escolha. "O armário bi tem duas portas: uma para homossexualidade, outra para a heterossexualidade. E abrir ambas ao mesmo tempo requer muito mais do que coragem: requer auto-aceitação, auto-entendimento. Afinal, é duplamente difícil se assumir como gostando de ambos os sexos - por vezes indistintamente, por outras com alguma preferência", explica.

A especialista não acredita que o ambiente influa na orientação sexual. Para ela, o seu papel é outro. "O ambiente é fundamental para a aceitação negação ou repressão - o que equivale dizer que o ambiente influencia no "comportamento sexual". É muito diferente e mais fácil se assumir homo ou bi em uma grande cidade, em que há um anonimato, não se precisa dar conta da sua vida sexual para família, comunidade etc", ressalta.

O mais famoso defensor da bissexualidade humana foi o pai da psicanálise Sigmund Freud, que dizia que todos nascem com plena possibilidade de serem bi, mas as experiências e a relação com a sociedade vão moldando a sexualidade humana. "Ser ou não ser bissexual não é uma escolha consciente. A orientação sexual não é algo que se escolhe, é algo que se vive, acontece!", ratifica a terapeuta Franciele Minotto.

Alguns atribuem a mudança na orientação sexual às experiências sexuais iniciais. Mas parece que a influência não é tão direta. "Cada história é uma história. Cada indivíduo interpreta suas iniciações e vivências sexuais a seu modo. Alguns jovens iniciam a vida sexual com colegas do mesmo sexo, mas acabam tornando-se exclusivos heterossexuais ao longo da vida, alguns descobriram sua bissexualidade após a vivência da exclusiva heterossexualidade. Assim, não há regras", afirma a Dra. Franciele.

Fonte: Bolsa de Mulher
 

src=http://img.terra.com.br/i/2009/09/24/1327103-1903-cp.jpgSer bissexual está na moda ou é tendência de comportamento?

Por Rosana Ferreira, 25/09/2009

A cantora Fergie, do Black Eyed Peas, disse que já experimentou garotas. Outra cantora, a performática Lady Gaga, declarou ser bissexual. As atrizes Drew Barrymore e Ellen Page trocaram um selinho no ensaio para a revista Marie Claire, americana, de outubro, da qual são capa. No Brasil, Preta Gil já declarou ser "total flex" e a ex-BBB Fani Pacheco assumiu a versatilidade sexual no livro Diário Secreto de uma Ex-BBB e, hoje, detalhe, tem namorado. Sem contar a campanha sensual da marca de sapatos Arezzo para o verão 2010, em que as atrizes Juliana Paes e Cléo Pires posam juntas em cenas com atitude lesbian chic mesmo declarando serem hétero na vida real. Será que está na moda ser bi, é puro marketing ou tendência?

A bissexualidade (não se fala bissexualismo, pois "ismo" remete à doença, e a homossexualidade e seus derivados não são consideradas doenças de acordo com a Organização Mundial de Saúde), é definida quando uma pessoa tem orientação sexual voltada para ambos os sexos. Os especialistas em comportamento garantem que não é moda ou marketing e, sim, tendência. "As pessoas estão mais abertas a experimentar o desconhecido", disse a psicóloga e sexóloga paulista Carla Cecarello. Isso se explica diante da indefinição amorosa pela qual muitos passam depois de numerosos relacionamentos sem sucesso. "É uma forma de encontrar."

src=http://ego.globo.com/Gente/foto/0,,20641254-EXH,00.jpg

Fergie declarou-se bissexual há alguns anos

Para a psicanalista e sexóloga carioca Regina Navarro Lins, autora de A Cama na Varanda (Ed. Best Seller), vivemos uma profunda transformação das mentalidades desde que a mulher passou a escolher seu rumo sexual com o surgimento da pílula, na década de 1960. Ao lado disso, ela acrescenta que o amor romântico começa a sair de cena levando com ele uma série de ideais, como o direito de exclusividade, abrindo espaço para um novo tipo de amor surgir. Um deles é a bissexualidade.

"Comecei a perceber que gostava de meninos e meninas aos 12 anos", disse a designer Tanya Duarte, 22 anos, de São Paulo. "Aos 17 já tinha certeza, não por experiência, mas por ficar atraída por ambos os sexos." Ela namorou com rapaz durante três anos e depois acabou conhecendo uma garota com quem se relacionou. Hoje é noiva de um homem, está de casamento marcado e tudo. "Pretendo passar minha vida com ele. Tive sorte de encontrar a pessoa da minha vida, que poderia ser também uma mulher."

Tanya é uma pessoa que já vive as transformações que aproximam o masculino e feminino. "Vivemos no sistema patriarcal há 5 mil anos,que sempre dividiu a humanidade em duas partes, homem para um lado e mulher para outro", disse Regina. Nessa história, no entanto, muitos homens e mulheres se \'mutilam\' para corresponder ao ideal, abrindo mão de aspectos importantes de personalidade. Não é caso de Tanya, que enfrentou o preconceito dos pais e até amigos. "Quando namorava uma menina, assumi e apresentei-a aos meus pais."

src=http://imagem.vilamulher.terra.com.br/interacao/original/31/bissexualidade-31-169.jpg

Mídia
Sem dúvida, mulher com mulher dá audiência. As moças são bonitas, vaidosas, ricas e famosas. E aparecem na mídia declarando (ou mostrando) que gostam tanto de meninos como meninas. Tudo começou com o beijo de Madonna deu em Britney Spears no Video Music Awards, em 2003. Não foi um selinho e, sim, um beijo cinematográfico. Entre as brasileiras, até a deusa do axé Daniela Mercury não resistiu e lascou um beijinho em Alline Rosa em uma gravação de DVD. No último Big Brother, o beijo de Priscila e Milena debaixo d\'água \'bombou\' na internet.

Parece que a sociedade aceita mais duas mulheres se beijando, afinal é comum as meninas, desde crianças, viverem abraçadas, de mãos dadas, dormirem juntas. Já os homens são menos aceitos nesse esquema. "A homossexualidade masculina é vista como uma traição à cultura patriarcal. Por isso é mais fácil para a mulher assumir, aparecer em público e fazer propaganda", disse Regina Navarro.

Adolescência
Os mais tradicionais podem imaginar que tantas cenas e declarações de ídolos mexem com a cabeça das adolescentes. Para a sexóloga Carla Cecarello, as adolescentes de hoje estão num mundo cheio de informações, o que facilita o aprendizado e também o desejo de experimentar algo inerente à formação. Contraditoriamente, muitas até dão selinhos nas amigas para chamar a atenção dos meninos.

Mas é bom que fique claro: a orientação sexual, segundo ela, é definida na infância, mas assumida na adolescência. "As experiências vão consolidar a orientação sexual já definida, e o adolescente vai tomar consciência disso." Portanto, ter uma experiência com pessoa do mesmo sexo na adolescência não significa ser bissexual. "Experiências esporádicas não definem uma pessoa como bissexual", afirmou Carla.
 

Fonte: Terra


Fonte: Britney, Bolsa de Mulher e Terra

Contato: redacao@vooz.com.br

Keywords: gay, amor, bissexuais, lésbica, bissexualidade, orientação sexual, arte flex, sex


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