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Livro conta a história da bebida alcoólica

Publicado em 04/12/2009 às 10h59

A bebida alcoólica é algo milenar. O cientista americano Patrick McGovern lançou recentemente o livro “Uncorking the Past” (algo parecido com “Destampando o Passado”). Ele mostra nesse livro a relação entre a espécie humana e o álcool, alterador de humor presente em praticamente todas as grandes civilizações do passado e do presente. McGovern acha que temos uma ligação tão natural com a substância química, que nosso nome científico deveria ser revisto, passando de “Homo sapiens” para “Homo imbibens”.”Ao redor do mundo e desde os tempos mais remotos, os humanos tomam bebidas alcoólicas. Elas já foram usadas como remédios e lubrificantes sociais, além de terem sido incorporadas em cerimônias religiosas e rituais de toda sorte”, disse McGovern.
Foi esse cientista americano quem encontrou resquício de uma bebida com mais de nove mil anos de idade em um jarro achado na localidade de Jiahu, às margens do rio Amarelo, na China. Com essa descoberta, ele tornou-se a maior autoridade mundial em arqueologia biomolecular,apesar dessa ciência ter sido reconhecida formalmente há apenas 25 anos.Vejam o que ele disse com relação a essa sua descoberta:”Foi a minha descoberta mais surpreendente e excitante. Pensava que toparíamos com algo mais antigo no Oriente Médio, berço da civilização humana. Mas vale lembrar que os chineses faziam potes de cerâmica desde o ano 13.000 a.C.,uma técnica dominada nos outros povos apenas cinco mil anos depois”.
Na visão de McGovern, os primeiros fazendeiros pensaram primeiro na cerveja e depois no pão. Além disso, novas tecnologias de armazenamento, conservação e transporte só foram criadas graças à necessidade de manter as bebidas alcoólicas conservadas e prontas para o uso – sejam elas o vinho do arroz chinês e japonês, os fermentados de cacau encontrados na América Central ou a cerveja egípcia.”Sabemos que certas civilizações também usavam tabaco, cogumelos, folhas de coca ou maconha em certos rituais. Mas nada estava tão incorporado ao dia a dia como o álcool”, diz o pesquisador.
Infelizmente descobriu-se a bebida alcoólica, um dos maiores problemas enfrentado hoje pela nossa sociedade, e um motivo de tirar o sono de muitos pais de família. Segundo estudos feitos, do álcool se parte para às drogas. Um viciado inicia bebendo algo leve, depois experimenta algo mais forte e, daí para as drogas, é um pulo pequeno. Não entendo como ainda se permite fazer propaganda nas emissoras de TV e rádio de bebidas alcoólicas. Aqui no Piauí, na cidade de Castelo do Piauí, a 215 km de Teresina, há, anualmente, o “Festival da Cachaça”, pois lá há uma produção muito grande dessa iguaria, e uma das “melhores” cachaças do Estado. Para mim um absurdo esse tipo de “festival” (de “festa”), pois não é motivo de “festa” a divulgação, nem muito menos, o consumo de álcool, uma droga que causa dependência em pouco tempo. Não vejo motivo de orgulho esse tipo de festival, mas sim de vergonha. O Piauí tem a “cajuína”, uma das melhores bebidas sem álcool do país, feita de caju. Deveria, sim, ter o “festival da cajuína”.
 


Fonte: Revista Isto É -2090

Contato: redacao@vooz.com.br

Keywords: alcoolismo


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