Tudo é vaidade
Atualizada em 30/06/2012 às 16h28
Todos nós somos vaidosos e é necessário que tenhamos consciência da generalidade desse sentimento para que ele não venha a criar conflitos no relacionamento amoroso,. Sob um olhar critico, nem a nossa vaidade correrá o risco de crescer descomunalmente, nem a do outro nos parecerá tão perniciosa. A compreensão é o caminho para contornar o problema.
Dividindo espaços no vizinho coração do homem, a vaidade se equipara ao amor pelo menos em um aspecto: ambos necessitam de outra pessoa para exercer seus objetivos. A vontade exagerada de atrair a atenção dos outros , ou de se afirmar perante a cara metade, muitas vezes entra em choque com a lógica da relação amorosa consistente, provocando desgastes e conflitos entre os parceiros.
Na origem da palavra vaidade, nos deparamos com o substantivo latino vanitas, que nos remete a “algo sem substância, oco, fútil”, algo voltado para si mesmo.
Mas, os casais são formados por seres humanos, e como dizia o filósofo francês Blaise Pascal, a vaidade está ancorada no coração de todos nós. E, quando uma parceira supervaidosa, encontra um homem que desfruta dela, como se fosse um triunfo, cedo ele se sentirá excluído de todo o brilho que ela emite.
Claro que toda mulher gosta de sentir bonita para ela mesma. Por sua cultura, psicologia e fisiologia, as mulheres estão mais próximas do próprio corpo. Afinal, elas são admiradas por suas formas, desejadas pelo seu encanto, passam todos os meses, por ciclos menstruais, sofrem alterações físicas mais agudas, engravidam, amamentam.
A vaidade é um sentimento que, segundo Sigmundo Freud, as mulheres sempre nutriram, pelo fato de não possuírem o (supostamente) invejável órgão masculino. É mais ou menos assim: “Se vocês homens, tem o órgão potente, nós temos o charme e a beleza”.
Tudo isso seria fácil de administrar se os homens e mulheres pudessem olhar para si e para o outro com o intuito de compreender e aceitar as vaidades de cada um ( quando benignas). A delas, como uma agradável afirmação natural n de seus inigualáveis dotes femininos. A deles, como fruto da eterna luta para provar virilidade.
Fonte: Rozaldi Ferreira
Keywords: Mulheres, vaidade
Dividindo espaços no vizinho coração do homem, a vaidade se equipara ao amor pelo menos em um aspecto: ambos necessitam de outra pessoa para exercer seus objetivos. A vontade exagerada de atrair a atenção dos outros , ou de se afirmar perante a cara metade, muitas vezes entra em choque com a lógica da relação amorosa consistente, provocando desgastes e conflitos entre os parceiros.
Na origem da palavra vaidade, nos deparamos com o substantivo latino vanitas, que nos remete a “algo sem substância, oco, fútil”, algo voltado para si mesmo.
Mas, os casais são formados por seres humanos, e como dizia o filósofo francês Blaise Pascal, a vaidade está ancorada no coração de todos nós. E, quando uma parceira supervaidosa, encontra um homem que desfruta dela, como se fosse um triunfo, cedo ele se sentirá excluído de todo o brilho que ela emite.
Claro que toda mulher gosta de sentir bonita para ela mesma. Por sua cultura, psicologia e fisiologia, as mulheres estão mais próximas do próprio corpo. Afinal, elas são admiradas por suas formas, desejadas pelo seu encanto, passam todos os meses, por ciclos menstruais, sofrem alterações físicas mais agudas, engravidam, amamentam.
A vaidade é um sentimento que, segundo Sigmundo Freud, as mulheres sempre nutriram, pelo fato de não possuírem o (supostamente) invejável órgão masculino. É mais ou menos assim: “Se vocês homens, tem o órgão potente, nós temos o charme e a beleza”.
Tudo isso seria fácil de administrar se os homens e mulheres pudessem olhar para si e para o outro com o intuito de compreender e aceitar as vaidades de cada um ( quando benignas). A delas, como uma agradável afirmação natural n de seus inigualáveis dotes femininos. A deles, como fruto da eterna luta para provar virilidade.
Fonte: Rozaldi Ferreira
Keywords: Mulheres, vaidade
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