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Depois de fazer um relatório nada respeitável a cerca da decisão da não obrigatoriedade do diploma para exercer a função de jornalista, no qual comparou o ofício ao de cozinheiro ofendendo também a clase das iguarias, o Ministro do Supremo Tribunal Federal, declarou que foi um decisão insensata, e que há sim necessidade de regulamentação.
O ministro cobra do Legislativo regras para disciplina na imprensa
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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, afirmou que o Legislativo brasileiro precisa aprovar regras para disciplinar ações nas quais são discutidos assuntos relacionados à liberdade de imprensa.
Durante palestra ontem (06) na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Brasília, ele sustentou que a falta de regras básicas causa "perplexidades", como ocorre no episódio envolvendo o jornal O Estado de S. Paulo, que há mais de dois meses está censurado por uma decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF).
No final de julho, o jornal foi proibido de publicar reportagem sobre a Operação Boi Barrica - uma investigação sobre o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
De acordo com Mendes, a ausência de regras ocorreu depois que o plenário do STF derrubou integralmente a Lei de Imprensa, inclusive os dispositivos que tratam de direito de resposta. Segundo o ministro, faltam "normas de organização e procedimento". Com isso não há, na visão dele, parâmetros para temas normalmente discutidos nas ações sobre liberdade de imprensa, como direito de resposta e definição sobre qual órgão do Judiciário deve decidir o conflito.
"Esse próprio episódio, agora, a propósito desse conflito com O Estado de S. Paulo, está a mostrar que há alguma perplexidade", afirmou o presidente do STF. "Por exemplo: qual é a regra que disciplina a competência? É o local do dano, é o local de publicação do veículo? São perplexidades que não existiam diante do quadro anterior, quando havia uma lei", disse.
Na semana passada, os desembargadores da 5ª Turma Cível do TJ-DF transferiram para a Justiça Federal de Primeira Instância do Maranhão o processo no qual o Estado foi censurado. Antes, a ação tramitava em Brasília.
Na avaliação de Mendes, esse episódio mostra que é necessário regulamentar o tema, que está sem parâmetros desde a derrubada integral da lei. "Estou absolutamente convencido de que, depois de um quadro mais ou menos continuado de experimentalismo agora judicial e um certo vale-tudo nessa área, nós vamos voltar ao caminho da racionalidade e certamente vamos acabar tendo de estabelecer regras sobre esse tema", afirmou.
Flalrreta Alves - Tenho a comunicação como algo social, e não um passatempo ou brincadeira. Comentar as notícias cotidianas, trazer a consciência do nosso papel social para dentro do texto, conseguir vê além dos meios e mensagem. Essa é a proposta do blog que tentarei escrever. Fazer os números divulgados na economia refletir na leitura do dia-a-dia. Tratar de assuntos relacionados ao meio ambiente, mostrando que é possível desenvolver sem desmatar. Mostrar que o cidadão, que lê o texto é peça fundamental para a continuidade do próximo. Fica a dica para mais edições.
Flalrreta Flalrreta Alves. Nome estranho, para a dona indecifrável. Flal, como é chamada pelos amigos, é uma moça alegre e ao mesmo tempo triste. Sempre de bom humor, justa e disposta a ajudar quem precisa, pouco percebe-se o cansaço e a tristeza que essa moça tão enigmática tem.
Filha única, sem pai e criada pela avó, passou em todo vestibular que fez. Não importa se era Contabilidade, Química ou Comunicação Social. Com a graduação, fica dividida entre o mestrado e o cargo de Relações Publicas do Planalto Central.
Um coisa é certa, amar e mudar as coisas é o que mais lhe interessa.
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